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Estudos Culturais e Filosóficos do Superman
Os Super-Heróis são personagens do gênero da Ficção que estão claramente presentes na cultura pop. Esses personagens são amplamente encontrados em filmes, desenhos, seriados e principalmente nas Histórias em Quadrinhos.
As Histórias em Quadrinhos (HQ’s) – também conhecidas como “Bandas Desenhadas” e como “Gibis” – são, sem dúvidas, uma das formas de linguagem mais influente e presente da cultura pop. Pelo fato de possuir uma mídia barata e de grande alcance, o impacto cultural dos quadrinhos foi imediato e duradouro. As HQ’s foram, e ainda continuam sendo, ferramenta de grande importância na construção do imaginário coletivo dos povos ocidentais e orientais (PATATI E BRAGA, 2006).
As HQ’s que envolvem Super-Heróis, de certa forma, não deixam de abortar claramente temas da Ficção-Cientifica – gênero que nasceu como uma narrativa literária, mas com o passar do tempo se expandiu para outros meios como filmes, seriados, games e até mesmo as Histórias em Quadrinhos (ARAGÃO, 2012).
Na maioria das vezes, as melhores HQ’s de super-heróis, mesmo que o público não perceba, abordam temas que cercam a vida dos seres humanos, exemplo: os nossos medos. (MORRIS; MORRIS, 2009). Já no inicio, e até os dias atuais, as publicações das HQ’s de Ficção-Científica também abordam temas que extrapolam os limites da tecnologia, como por exemplo: robôs altamente tecnológicos, viagens espaciais, entre outros mais (NASCIMENTO, 2013). Além de abordarem perguntas para reflexão, como: O que você faria se descobrisse que possui superpoderes ? Ou seja, seria preciso grandes responsabilidades se isso viesse a acontecer (MORRIS; MORRIS, 2009).
Um dos personagens mais conhecidos das HQ’s é o Superman, que possui uma vasta ideia filosófica; que será tratado a seguir
De inicio, vale ressaltar, que os primeiros esboços, feitos por Jerry Siegel e Joe Shuster em 1933, do Superman, eram diferentes dos que somos acostumados a ver nos dias atuais. O Superman não era um herói, mas sim um vilão que ganhou poderes de um cientista louco. Já no ano de 1934 tudo mudou e o personagem foi recriado, e se tornou o herói, que nasceu em Krypton, e ainda bebê chegou a Terra (MUNDO DOS SUPER HERÓIS, 2006).
Superman, sem dúvidas foi uma criação que serviu fortemente para confortar a sociedade, que em diversas épocas de lançamentos de seus HQ’s passavam por momentos difíceis, como por exemplo: a Segunda Guerra Mundial. E por ser um excelente exemplo de grande super herói, – por ter as definições de tal, como ser forte, bonito, inteligente, etc. – acabava por de certa forma, mostrando para a sociedade que ela poderia ter algo no qual eles poderiam se confortar e acreditar. Além de poderem se inspirar nele para tomarem algumas atitudes boas.
Segundo Mark Waid, o Superman se tornou uma instituição cultural. Além de ser um epítome do altruísmo. Que na maioria das vezes, coloca as necessidades das outras pessoas em primeiro lugar. Mas ao analisar isso, surge uma pergunta: “Será mesmo que ele coloca as necessidades dos outros em primeiro lugar ?” (MORRIS, MORRIS, 2009).
Mesmo sendo um excelente exemplo de heroísmo altruísta, por incrível que pareça, o Superman não age da forma que age colocando as outras pessoas em primeiro lugar. Ele consegue ser esse excelente exemplo de herói altruísta agindo em seu próprio interesse. Ele ajuda quem está em perigo porque sente um forte dever moral; age dessa forma pois os seus instintos naturais e a sua formação no interior dos EUA fazem com que ele haja em prol desses atos de moralidade (MORRIS; MORRIS, 2009).
É claramente possível de se perceber que Superman é um herói, afinal, ser um herói não é apenas se fantasiar em um belo collant ou ter poderes. Mas ser um herói, segundo Jeph Loeb e Tom Morris, é também, pertencer a um ativismo altruísta e se dedicar ao que é bom. Além de ser capaz de realizar diversos sacrifícios para que determinada coisa venha a acontecer. (MORRIS; MORRIS, 2009). A imagem abaixo retrata melhor algumas características que encontramos com facilidade nos Super Heróis; e em amarelo características que as vezes nos passam despercebidas, mas que também são importantes (ambas as características são encontradas no Superman).

O Superman precisa realizar diversos sacrifícios para seguir sua jornada. Como por exemplo: deixar a casa de seus pais, a cidade onde cresceu e a garota com quem tinha um vínculo especial. E para realizar tais sacrifícios é preciso ter uma certa habilidade, que acaba por ser uma virtude esquecida por grande parte da sociedade atual. Pois apenas se vê o sacrifício pelo seu lado negativo; e nunca se vê que se realizarmos determinado sacrifício poderemos ter uma “recompensa”. O sacrifício, de certa forma, é um pagamento adiantado ou custo muito alto para que determinado coisa venha a se realizar (MORRIS; MORRIS, 2009).
Além de tudo, o Superman precisa exercer uma autodisciplina sobre si mesmo, para usar de maneira eficaz e moderada sua força. E se por um acaso, nós seres humanos obtivéssemos esses poderes, mais dúvidas teríamos, como por exemplo: “Como vou usar essa força ?”, “E se alguém descobrisse que eu tenho esse determinado poder ?”. Várias dúvidas, provavelmente, surgiriam em nossa mente. E seria mais do que necessário sabermos lidarmos com elas, para que determinado poder, seja ele qual for, fosse usado da melhor maneira possível. Afinal, grandes filósofos afirmam que os seres humanos são criaturas de hábitos; logo precisaríamos ter uma excelente autodisciplina para não entramos em uma rotina de uso excessivo da força em todas as situações (MORRIS; MORRIS, 2009).
Retomando o ponto em que o Superman age em beneficio aos outros para que ele mesmo se sinta bem, podemos dizer que ele age dessa forma por sentir a necessidade de pertencer a um local/sociedade. O desejo de pertencer, de fazer parte, é um aspecto fundamental para o ser humano. Os psicólogos dizem que sentimos essa grande necessidade de pertencer pelo motivo vital de nosso bem-estar; que é uma necessidade que fica atrás apenas de nossas necessidades fisiológicas, e para as necessidades de seguranças. Necessidades essas que podem ser “burladas” facilmente pelo Superman (MORRIS; MORRIS, 2009).
Mesmo que não tenha nascido no Planeta Terra, o Superman passou grande parte de sua vida nela. E acabou por adquirir gostos e hábitos dos seres humanos. Tanto que podemos notar claramente que ele possui uma necessidade de pertencer pelo motivo de que ele não viaja pelo espaço a fora, mas sim se “disfarça” de Clark Kent, como um jornalista, para que possa fazer parte de uma sociedade a qual ele tanto adora, a dos seres humanos. Logo podemos deduzir que ele realmente é um excelente exemplo de herói altruísta, mas agindo assim por interesse próprio; pois não vemos Kal-El “dando as costas” para a sua herança alienígena, muito pelo contrário: ele só se sente “ele mesmo”, quando ele usa e coloca em prática os seus “poderes”. E fazendo isso, todos, inclusive os humanos, saem ganhando (MORRIS; MORRIS, 2009).
O grande Filósofo Aristóteles, pretendia descobrir a razão/raiz da felicidade, e para isso ele começou a explorar o que é viver com excelência. E é dessa forma, vivendo com excelência, que o Superman vive (MORRIS; MORRIS, 2009).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1. LIVRO: "Almanaque Dos Quadrinhos: 100 Anos De Uma Mídia Popular" (Editora: Ediouro, 2006). Autores: Carlos Patati e Flávio Braga.
2. REVISTA: Mundo dos Super Heróis (v. 1, n.1, agosto de 2006). ARTIGO: "Super Dossiê (1) - Superman no quadrinhos".
3. DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: "Quarteto Fantástico: ensaio de física, histórias em quadrinhos, ficcção cintífica e satisfação cultural". Autor: Francisco Nascimento Junior.
4. LIVRO: "Super Heróis e a Filosofia: Verdade, Justiça e o Caminho Socrático" (Editora: Madras, 2009). Autores: Matt Morris e Tom Morris.
5. ARTIGO CIENTÍFICO: "Visões Do Pretérito: a Ficção Científica nos quadrinhos brasileiros no século 20". Autor: Octavio Carvalho Aragão Junior.
Ecobags: "We are what we do" - Das ideias ecológias às passarelas!

Foto retirada do seguinte link: umnovoolharsobreoplastico.blogspot.com.br/2012/06/ecobag-e-um-luxo.html
1. SITE: AMBIENTE BRASIL - Tempo de Decomposição dos Materiais. ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/reciclagem/tempo_de_decomposicao_do_materiais.html .
2. SITE: GREEN SENSE - Ecobag. www.greensense.com.br/nossos-produtos/ecobag .
3. SITE: IG - Ecobags ganham as ruas e status de acessório fashion. moda.ig.com.br/dicasdemoda/ecobags-ganham-as-ruas-e-status-de-acessorio-fashion/n1237729930897.html .
4. SITE: TRÊNDENCIAS - História da Moda - Ecobags. www.trendencias.com.br/historia-da-moda-o-mundo-da-moda/historia-da-moda-ecobags.
Ordinário ou Extraordinário
Para ter um sucesso absoluto não é necessário um passo a passo ou uma cartilha explicativa, o principal fundamento para tal é simplesmente a combinação da educação com a dignidade. O que nos leva a pensar em grandes exemplos que se destacam ao longo da história, e qual seria o principal motivo para se destacarem?
O que leva uma pessoa do ordinário ao extraordinário? Antes que pense que ordinária é uma expressão maléfica, irei apresentar seu sentido verdadeiro.
Ordinário vem de ordem ou uma sequência, algo que seja hereditário, vulgar, useiro, mais um em uma grande massa.
O ordinário cria uma barreira que sempre impulsionará sua ordem normal, essa barreira pode ser vista pelo preconceito, complexo inferior ou até uma classe social.
Diferentemente o extraordinário não segue a ordem, procura se destacar, vai além do que se permite, é algo raro. Seu potencial ultrapassa o estipulado. Grandes mentes revolucionárias estão dispostas a viver o extraordinário a cada dia.
O filosofo idealista Karl Marx (1818 – 1883) foi um dos destacados extraordinários, Marx sendo um intelectual de muita cultura e família rica optou por abraçar a causa dos trabalhadores. Marx cita que “a luta de classe é o motor da história”, sendo assim essa luta que coopera para que a história se mova. Em “Manifesto comunista” escrito juntamente com Friedrich Engels (1820 – 1895), Marx e Engels comentam sobre uma necessidade que toda sociedade passará, a luta da classe social, sempre haverá um superior e consequentemente um inferior, um ordinário ou um extraordinário.
Retornando a pergunta do segundo parágrafo, o que leva um ordinário ao extraordinário, essa mudança é feita em pequenas atitudes, não é preciso uma ideologia ou um grande embasamento como o de Marx, o que realmente leva ao extraordinário é abraçar a causa, Marx abraçou dos trabalhadores da época. A cada um existe uma causa, algo que te faz sentir bem, que te provoca a sair do comodismo ou simplesmente é admirável. Abrace essa causa e se torne extraordinário para ela, se destaque em sua causa ou em sua necessidade e seja extraordinário.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1. LIVRO: Fundamentos da Filosofia (Editora: Saraiva, 2006). Autor: Gilberto Cotrim, Professor de História graduado pela Usp, Cursou Filosofia na Puc – SP, Mestre em Educação e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.
2. VÍDEO: “Não seja ordinário”, Conferencista Lúcio Barreto Júnior, Bacharel em Teologia (STEB), Mestre em Teologia (FTSA). Disponível em: www.youtube.com/watch?v=L39ODA6rKzU .
“E sobre o “Não Vai Ter Copa” ?”
As manifestações de 2013 ganharam os noticiários, foram alvos de debates e ícone de muita polemica. Estava enganado quem achou que tudo isso ficaria para trás, hoje elas continuam, mas o assunto ganhou foco esse ano para a copa de 2014 que será sediada no Brasil, agora o lema escolhido pelo movimento é “Não vai ter Copa”.

E a questão é: “Será que o Brasil está mesmo pronto para sediar está copa ?” Um pais que ocupa o 85º no ranking de desenvolvimento humano, onde o analfabetismo é alto, pessoas que morrem esperando atendimento médico e temos noticias que ainda milhares de famílias tem uma vida precária e passam fome. Será que este mesmo pais precisa de mais estádios ? Pra quem serão esses Estádios ? A maior parte das pessoas beneficiadas vai para quem já tem dinheiro, e o lucro para os brasileiros só será momentâneo. Pessoas e Índios foram expulsos de suas casas e do cetro indígena por estar próxima a área do novo estádio, e ao tentarem protestar foram covardemente feridos por bombas, sprays de pimenta entre outros artefatos. Onde está a democracia do pais ?

Copa e Olimpíadas são sem duvidas eventos ótimos, mas será que é o que precisamos agora?
Os cidadãos brasileiros protestam porque precisam de mais educação, moradia, segurança e atendimento médico adequado, e acima de tudo direitos e respeito!
A responsabilidade ambiental: Conceitos, divisões e objetivos básicos
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1. SITE: AGROSS - Responsabilidade ambiental. www.agross.com.br/responsabilidade_ambiental.pdf .
2. TEXTO: "Estudo sobre responsabilidade ambiental", de Janiere Portela Leite Paes (disponível em: www.jurisway.org.br/v2/dhall.asp?id_dh=6273).
3. SITE: SUA PESQUISA - Responsabilidade ambiental - o que é, sustentabilidade, meio ambiente e gestão ambiental. www.suapesquisa.com/ecologiasaude/responsabilidade_ambiental.htm .
4. TEXTO: "Responsabilidade ambiental: os mecanismos do direito na preparação dos danos e da preservação do meio ambiente", de Thiago Silva Braga (disponível em: www3.pucrs.br/pucrs/files/uni/poa/direito/graduacao/tcc/tcc2/trabalhos2011_2/thiago_braga.pdf).
Estrutura fundiária no Brasil
As lutas entre jagunços- pistoleiros contra posseiros é uma tentativa dos últimos de vencer a grilagem das terras, e dos primeiros de atenderem as necessidades dos grileiros e latifundiários. Uma luta que já derramou muito sangue.
Referência Bibliográfica:
Como superar o giz e a lousa ? As Interfaces do debate nas aulas de Ciências como meio de ensino e a formação de seres críticos.
(Escrito por: Vitor Martins Menezes)
A Ciência, por ser uma disciplina que possui diversos tipos de visões, análises e críticas, tanto pelo fato de ter diversos pensadores e pesquisadores em sua área e tanto por ser uma disciplina que se encaixa nas “Ciências Naturais (da Natureza)” – onde nem sempre podemos dizer que temos 100% de certeza de algo, por não termos total controle para com os fenômenos naturais, deve ser uma disciplina onde a visão do Aluno deve ser exposta, sendo assim, aceitando que a lógica que o mesmo também possui seus conhecimentos e visões de mundo; e dessa forma excluindo uma das afirmações do Senso Comum: de que o Professor é detentor de todos os saberes na sala de aula. Nesse parâmetro, também vale ressaltar que a Ciência é oriunda da Filosofia, logo a Ciência possui alguns aspectos semelhantes à Filosofia, como a reflexão de ideias, discussões, interpretações comumente constituídas de um embasamento de todo o conhecimento, entre outros.
Quando o Aluno expõe suas ideias, é de extrema importância que o Professor não o negue, ou seja, não diga “logo de cara” que a sua afirmação está errada. Afinal, mesmo que o Aluno venha a cogitar uma resposta errônea, é preciso saber que cada um possui uma determinada criação cultural, e isso pode influenciar em seus argumentos.
É necessário que o Professor trabalhe em cima da visão do Aluno, para que dessa forma um debate possa acontecer. Ele pode sugerir a sala perguntas que possam vim a estimular o debate.
Ao estimular o debate, além de estarmos fugindo de um modelo de aula que estamos acostumados a ver nas “escolas de massa”, onde o Professor pede para que os Alunos abram os livros didáticos em uma determinada página, e ele passa algumas horas falando sobre o tema, sem que haja uma interação com as ideias e visões do Aluno, estamos também incentivando o senso crítico dos educandos, uma vez que, em um debate, é de extrema importância que os Alunos venham a expor suas ideias de forma bem elaboras, e também precisaram respeitar as ideias de seus colegas, mesmo que ele não concorde. Dessa forma, a chance de estarmos formando Alunos que venham a se tornar cidadãos reflexivos e ativos é grande.
Porém, para que se haja um bom debate, além dos Alunos exporem suas ideias e visões, os Professores precisam exercer um bom comportamento perante a sala, pois o ensino não é algo geral da comunicação e da informação, logo as informações que serão apresentadas durante o debate precisam vim a ser organizadas e sistematizadas, por alguém que as domine (o Professor), com a intenção de se produzir conhecimento, e posteriormente, aprendizagem. Os educadores precisam ter uma certa “liderança” para que o debate não fuja do controle e não perca o foco. É necessário que o Professor saiba “manejar” um conhecimento prévio do Aluno. E para realizar tal façanha, é precisa que sua Autoridade entre em jogo. Vale ressaltar que de maneira nenhuma, o Professor deve confundir Autoridade com Autoritarismo. Pois uma relação de Autoridade visa o crescimento e a autonomia do Aluno. Já uma relação de Autoritarismo não influenciará em um bom debate, pois a verdade será única: a do Professor.
O Senso Comum geralmente afirma que o Aluno é um ser dependente, que está ali para receber depósitos do Professor (para repetir tudo depois na prova), além de ser uma pessoa incapaz de criar; porém devemos ver os educandos como seres pensantes, capaz de raciocinar, de refletir e de, sobretudo, criticar. E quando enxergamos dessa forma, um modelo a ser empregado é o que o Professor participe, principalmente no sentido de auxiliar os Alunos a reconhecerem suas crenças e encaminha-los para uma melhor reflexão. E a realização de debates é um dos caminhos para que se possa desenvolver esse proposto.
Vale sempre ressaltar que não existe uma única regra para promover a aprendizagem. Além do debate, existem outros métodos eficientes. Cabe ao Professor adaptar sua forma de ensinar, em decorrência de seus Alunos, pois nem o mais cobiçado modelo de ensino pode vim a dar certo em determinada sala de aula. O Professor também precisa ser crítico, e escolher a melhor forma para levar seus Alunos a uma Aprendizagem Significativa.
Precisamos, de forma imediata, impedir que os segmentos dominantes da sociedade, continuem a manipular o “restante” da sociedade. Mas como ? De diversas formas, e é claro que uma delas, senão a mais importante, é a Educação. É preciso formar Alunos transformadores. E para isso, também precisamos de Professores dispostos a mudar, Professores que ensinem de forma crítica (o debate é uma forma de estimular essa forma crítica), e acima de tudo: precisamos de Professores que ensinem com amor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1. TEXTO: “A escola e o ensino: o núcleo da didática” (Texto retirado das páginas 13 a 19 do livro “Didática” de Jaime Cordeiro).
2. TEXTO: “O Senso Comum” (Texto retirado das páginas 94 a 108 do livro “Filosofia da Educação” de Cipriano Carlos Luckesi).
3. TEXTO: Teoria e Filosofia: Autoridade e Autoritarismo.
4. Aulas de Fundamentos da Didática ministradas pela Professora Maria Elena Infante-Malachias durante o segundo semestre de 2013, no curso de Licenciatura em Ciências da Natureza, na Universidade de São Paulo (USP).




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